Amigos Bolachudos

sábado, 16 de novembro de 2013

O fim do meu blogue



Inspirada pela saída da Sweet 68, deixo finalmente o meu Maria Bolacha descansar.

Era um blogue que já nada tinha a ver com o meu projeto inicial: motivar-me para perder peso.

Aliás, entre o início do blogue e aquilo que a minha vida é atualmente, já muito aconteceu e já muito mudou em mim. Daí que a Bolachinha já andasse um pouco esmigalhada e com vontade de ficar sentada nas memórias do passado. Vou, por isso, deixá-la em paz.

Para quem quiser, e apenas se quiserem, até porque não acho que escreva assuntos com relevância, ando a pastar insignificâncias num novo blogue, o Z de Zabel:

www.zdezabel.blogspot.com

Nele estou muito mais EU, muito mais genuína e sinto-me mais à vontade para tratar daquilo que me interessa, que é dar ordem à minha vida e à minha mente. As mensagens continuarão no mesmo registo superficial e bocejante sobre a minha vida como mãe, como mulher divorciada, como portuguesa em crise financeira. Também irão versar, muitas vezes, assuntos íntimos, polémicos e obscenos.

Mas como o blogue é meu e muito meu, digo o que me apetece e assim desabafo à vontade. Coisa que no Maria Bolacha nem sempre acontecia.

Levo-vos a todas comigo e continuarei a ler-vos. Se, por acaso, aparecer no vosso blogue um comentário assinado por uma tal de Zabel, sou eu, não se assustem, ok?

Sweet 68, vê lá se apareces, pode ser?

Beijocas grandes da vossa

Isabel (Mary Cookie)

sábado, 26 de outubro de 2013

3_Simplificar_Natal

Dantes, fazia uma lista de pessoas a quem ia dar prendas de Natal, estipulava o orçamento e ia riscando os nomes, à medida que as compras iam sendo feitas

Depois, passei à fase da prenda simbólica, uma gracinha apenas... A lista de pessoas diminuiu e passou a ser apenas para os de casa e amigos muito próximos.

Agora, graças a Deus, nada disto acontece na minha vida e sou uma pessoa mais calma e focada no que é importante. E isto porque, como não tenho dinheiro, não há prendas!

E, sobretudo, só penso no Natal lá p'ra dezembro... Sem pressa, sem ansiedade e com muita serenidade. Uma posta de bacalhau, batata cozida, um belo molhinho com azeite, alho picado e colorau, um pouco de leite-creme ou uma fatia de bolo-rei... e a minha pequena família comigo e com saúde. 

É o que importa. E chega muito bem assim!

livros, vinho, frio e meias quentinhas… por vezes a felicidade é tão simples…
Vida simples... tão bom!


domingo, 20 de outubro de 2013

Decidi declarar guerra aos pontos finais

A vida de
uma mulher divorciada
mãe de duas crianças
com uma profissão desgastante
com quilómetros de auto-estrada, trânsito e semáforos pela frente
sem ajuda para a roupa, compras e limpeza de uma casa tão grande
...
é bem lixada

(que mal educada que eu sou, nem um olá disse!)

Bom dia, queridas amigas (e amigos, quem sabe)

A minha ausência destas últimas semanas deve-se aos motivos acima expostos - é que eu não faço mais nada se não

trabalhar
fazer compras
cuidar das minhas filhas
da casa
da roupa
das plantas

entre outras coisas, que são muitas e tantas, que nem vale a pena falar delas

Enfim...

Pelo meio, sobra-me tempo

para falar com a minha querida mãe, guerreira cansada de outras batalhas
namorar, com paciência e muito mimo
dormir
comer

Nem falo, claro, do tempo que passo com as minhas filhas... Não faz parte do "sobra-me tempo para", porque é um tempo essencial e que nunca pode faltar - só é pena não ser mais ainda

Quero que saibam que, apesar de tudo, tenho-vos lido e acompanhado nas vossas aventuras

Despeço-me, com sono e cansada, com muitos beijinhos virtuais

chuac...chuac... chuac...

P.S. - Alguém conhece um método natural para eliminar moscas chatas?



terça-feira, 3 de setembro de 2013

Por que não gosto de setembro?

Porque fico depenada logo no início do mês a meio do mês!

Despesas com manuais escolares - 162,76€
Material escolar - 167,56€
Uniformes escolares - 353, 74€

Total - 684,15 (metade que me corresponde: 342,07€)

Como não tenho xubxídio de natal, xubxídio de férias, xubxídio de divórcio e xubxídio de pais ricos, acreditem que este dinheiro é um tombo bestial na minha vida...

Quanto ao facto de ter as minhas filhas no ensino privado, não é por vaidade, gabarolice ou armanço. Nem por não acreditar no ensino público (sim, acredito, e há bons profissionais nas nossas escolas!). Trata-se de uma luta difícil que ando a travar com o pai das minhas filhas, uma vez que ele vive numa galáxia diferente da minha, onde não há crise, nem dificuldades financeiras.

(É um caso com contornos tortuosos e quero manter as minhas meninas afastadas de qualquer conflito. Nem que fique a pão e água!)

Ámen.

"Também com as coxas gordas que tu tens, não te fazia mal nenhum se ficasses uns tempinhos a pão e água..."
(by consciência maléfica de Maria Bolacha)

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O casamento dos outros



Que o meu falhou é uma verdade inegável. Mas que também não queria ter o casamento de algumas pessoas que conheço também é uma bela verdade.

Conheço de tudo um pouco. Talvez por me ter divorciado, muitas pessoas que sabem desse facto sentem-se à vontade para desabafarem as amarguras da vida conjugal. Que já não têm vida sexual há 4 anos, que mal se falam, que sabem que o marido anda com outra, que são insultadas, que... que...

O mais interessante é que estes desabafos vêm de quem menos se espera. Acreditem-me, pois eu própria ainda ando a digerir certas confidências que me têm feito.

Não critico. É muito, mas muito mais difícil sair de um casamento, com filhos e partilhas à mistura, do que aguentar um casamento mastigado, bolorento e seco. Mesmo os que envolvem agressão não são fáceis de acabar e só posso ser imensamente solidária com quem é vítima de uma relação violenta.

Há também a opção de se arranjar uma relação extraconjugal, como forma de manter (entenda-se, aguentar) o casamento... As aparências perante a sociedade e a comodidade financeira mantêm-se, mas o envolvimento físico e íntimo, esse, muitos vão buscar a outro lado.*

Cada um sabe o que quer para si, é bem verdade, mas cada vez mais sinto o meu divórcio** como uma oportunidade que a vida me deu para encontrar o que quero para mim. Apesar do travo amargo que deixa sempre na alma, a verdade é que sinto estes últimos dois anos como uma terapia de libertação e de purificação.

Daí que os temas do minimalismo, do destralhamento (adoro esta palavra! obrigada, povo brasileiro, vocês sabem como enriquecer a nossa língua!) e da simplicidade cada vez mais orientam a minha vida e a melhoram!***

Bem hajam todos e todas com quem eu aprendo a simplificar a minha vida e que me inspiram a cada momento!
Ó blogamigas, esta também era para vocês! ;)

* Veja-se a quantidade crescente de sites que promovem esse tipo de relações: Casadas & Infiéis, Second Love, Encontros Privados... (Bolas, a fidelidade e a lealdade já não valem nada?!)

** Apesar de tudo, continuo a ser pró-casamento.

*** A dieta e o divórcio fazem parte deste processo. Mas só há pouco é que constatei esta realidade... Estranho, não é?


Exemplo de um casamento por amor.

domingo, 1 de setembro de 2013

Psicologia do Consumo - sugestão

 Neste post do blogue Vida Minimalista, da Camile Carvalho, surge uma excelente sugestão.

Trata-se de um vídeo de pouco mais de sete minutos, que nos lembra, de modo simples e agradável, como somos presas fáceis do consumo.

Compramos por necessidade ou por desejo? (Reflexão minha: de que vale "destralhar" se depois iremos adquirir o que não nos faz falta?)

Cá está o vídeo (podemos fazer a nossa inscrição em www.aclassealta.com e receber mais vídeos com conteúdos bem interessantes):

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

2_Simplificar_Balde do lixo

Ando há  anos a procurar um sistema que se adapte ao meu modo pouco paciente e/ou preguiçoso (ainda não descobri) de ter as coisas em ordem.

Vejamos o caso do balde do lixo.

Não gosto de nenhum destes:

Temos de carregar no estafermo do pedal para deitar o lixo fora. Não dá muito jeito para lavar
Pouco prático.

Nem pensar!
Com tampa basculante? Não dá jeito nenhum! Temos sempre de tocar na tampa para deitar alguma coisa fora. E se quisermos deitar fora os restos dos pratos? Abrimos a tampa com a língua? Ok, podemos tirar a tampa nessa altura, mas continua a ser muito grande, logo, pouco jeitoso, para lavar.
Não, nem pensar. Pouco prático.

BALDE PARA LIXO COM TAMPA 16 Lts
Já está melhor! Tira-se a tampa para o lado e é só usar! Mas continua a não ser muito prático para lavar....

Até que, um dia... descobri o meu balde do lixo perfeito! Obrigada, Sr. Belmiro de Azevedo! Obrigada, balde de pipocas! Agora, sim, sou uma dona de casa feliz!!!!

Cá está ele!

À frente...
Atrás...
Tem a grande vantagem de estar em cima da banca, enquanto cozinho ou arrumo a cozinha, tornando a minha vida mais prática (ai, o que eu adoro esta palavra!). A "boca" é larga, não há pedal, não está escondido no armário, nem tenho de me baixar ou deslocar muito, para deitar lixo fora.
Também é facílimo de lavar (sempre que eu queira e na própria banca) e nunca deixa acumular muito lixo.
Sempre que não está a ser usado, vai para um cantinho da cozinha.
   
Pronto! É assim a vida de uma preguiçosa, que quer ter tudo à mão e não tem paciência para grandes atalhos! ;)

domingo, 25 de agosto de 2013

3_Destralhar_Método 3 x 15

Até parece uma coisa profunda e inovadora, mas não é. Trata-se apenas do nome que dei ao meu próprio método, advindo das leituras feitas em livros, sites e blogues sobre minimalismo e conceitos de vida prática.

Não traz, portanto, nada de novo.

Mais concretamente, tento deitar fora* 3 objetos por dia e dedicar 15 minutos diários a arrumar qualquer canto ou gaveta ou prateleira ou dossiê em minha casa.

No entanto, julgo que esta aventura só terá mesmo alguma continuidade, se me decidir a registar diariamente estas tentativas de organizar e simplificar a minha vida. É que, aparentemente, parece desinteressante e pouco eficaz desfazer-me de 3 objetos e dedicar apenas 15 minutos a arrumar alguma coisa, mas ao fim de um tempo já terei resultados palpáveis e compensadores. Como dizia a minha avó, "migalhinhas fazem pão"!**

Assim, sempre que me der o desânimo, consulto os meus apontamentos*** e tento não perder o foco do que é essencial.
______________________

* Deitar fora ou doar ou reciclar, seja lá o que for.

** Ou grão a grão, enche a galinha o papo, se preferirem. :-)

*** Que nunca serão feitos num computador, mas à la mano. Se é para simplificar, não vou fazer registos em computador, mas no meu bloquinho de notas, que me acompanha sempre e é quase uma extensão do meu corpo e da minha cabeça.

O site que consta na imagem é um dos meus inspiradores para este fantástico e revolucionário :-) método que adotei.
Gosto de seguir quem me dá boas ideias!


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Setembro à vista!

Já tenho manuais escolares encadernados, material escolar etiquetado e já meti tudo nas mochilas.

Já comprei uniformes novos, porque os dos anos anteriores estão curtos ou com nódoas irreparáveis ou muito coçados e com mau aspeto. (Ou tudo junto, para ser mais exata.)

Assim sendo, resta-me enviar um email ao pai das minhas josefinas a informar o valor das despesas e rezar para que transfira com celeridade a metade que lhe é devida.

E pronto. Lá se vai o dinheiro para a estratosfera.

"Eu, Isabel II, declaro que metade da minha fortuna será doada a Mary Cookie, com o intuito de ajudar esta pobre plebeia a suportar as despesas com a educação das suas piquenas.  Admiro o esforço e a dedicação desta corajosa mãe, uma vez que também eu encadernei os livros do meu Charlezinho e fui com ele ao Continente do Mr. Belmiro para comprar o material escolar. Agora, com licença, que vou ali tomar chá e já volto. Thank you."



quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Lembrei-me dele, de repente...

Pois é... eu tenho um lado dramático-escuro que me faz gostar destas coisas... Ópera, metal sinfónico, romances épicos...

Por isso, A-D-O-R-O  este homem! Tem uma voz de baixo-barítono lindíssima, que lhe sai de um pujante metro e noventa. É uma voz poderosa e intensa, mas que também consegue, em certos momentos, ser doce e expressiva.

Cá está ele a fazer um impecável Scarpia, na ópera Tosca, do Puccini:


Lindoooooo!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Uma bolacha de 73 kg

Ora, cá estou eu... ontem de tarde, em vigorosos e desnecessários 73 kg.

"Mãe, faz pose, por favor! Estás com um ar tão coisinho..."
"Uau!... Tens um rabo mesmo grande, mãe!"

Nota mental 1: deserdar filha mais nova!
Nota mental 2: endireitar costas...

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Hoje é "o dia".



As mulheres são dadas a isto, não sei porquê...

Mas a verdade é que, na maior parte das vezes, (re)iniciamos a nossa dieta no primeiro dia do mês, ou num feriado, ou numa segunda-feira, ou no primeiro dia de regresso ao trabalho, e estes são apenas alguns exemplos.

Longe de nós começar uma dieta às 16h54, num dia qualquer da semana ou do mês, sem uma motivação simbólica qualquer! Começar assim do nada?! Nã... nem pensar! É sempre na manhã de um novo dia - criteriosamente escolhido - que a missão "perder peso" arranca, cheia de esperança e determinação.

Eu recomeço hoje uma dieta, não sei exatamente se é específica para perder peso, mas é seguramente saudável e equilibrada.

Não tem nada de especial. Ao almoço, é só carne ou peixe com salada e legumes; ao jantar, a mesma coisa, ou então apenas uma sopa (sem batata) e gelatina ou fruta (em dias alternados). No pequeno-almoço, tenho de ter o meu café com leite e torrada com manteiga magra. No resto do dia, intervalo pequenos lanches de gelatina, fruta, iogurte, chá (fruta, em doses moderadas, evitando bananas e uvas).

Hidratos de carbono, portanto, apenas num pão, e será assim durante um mês. Depois, reavalio como faço.

Nada de adoçantes*, evitar fritos ou assados com gordura, preferir carnes brancas e magras, laticínios magros e, finalmente, inovação por estas bandas, reduzir o sal.

Enfim... aqui vamos nós de novo... As minhas pequenas andorinhas precisam muito da mãe, sobretudo de uma mãe saudável e forte.

So help me God!

* Bebo tudo sem açúcar - café, leite ou chá. É mesmo uma questão de hábito, nada mais. Assim que o nosso paladar ficar habituado, nunca mais conseguiremos adoçar estes líquidos, podem acreditar! Ainda assim, para quem não conseguir beber café, chá ou leite sem uma pitada de doçura :) é mil vezes melhor um pouco de açúcar do que edulcorante, aspartames e cia., já que a nossa saúde está em primeiro. Leiam aqui, no bloque da Maria XL, que também pensa como eu (ou eu como ela?), as razões de evitarmos palhaçadas químicas a bem da nossa saúde

sábado, 10 de agosto de 2013

1_Simplificar a vida_Sofás fáceis de lavar

Uma das excelentes ideias que tive, quando me mudei para esta casa, foi ter adquirido sofás do IKEA com capas removíveis e laváveis.

Já aguentaram crianças a vomitar, xixis inesperados, leites com chocolate derramados e... (um grande rufar de tambores, por favor!)..................... festas de aniversário de crianças.

Nas festas de crianças já houve de tudo, incluindo os clássicos:

musse de chocolate barrada nas almofadas
batata frita esmagada 
gomas coladas ao tecido
pipocas por todo o lado

Nunca tinha lavado as capas na máquina, com medo de que encolhessem ou perdessem qualidade. Mas, um dia, a minha filha mais nova vomitou o sofá tooooodo (parecia um pesadelo...). Era de noite, a meio da semana de trabalho (ou seja, tinha de me levantar às 6h da manhã) e era a única adulta (esgotada) em casa.

Dei um banho à miúda (que começou a tagarelar, aliviada que estava), deitei-a, apanhei o maior da "substância", esfreguei  bem a capa com um pano e pu-la a lavar na máquina. "Que se lixe!", pensei eu, "mas sofá meu tem de estar limpo."

Abri o estendal e pus a capa do sofá a secar.

No dia seguinte, estava sequinha, cheirosa e consegui colocá-la como se fosse manteiga, isto é, com muita facilidade.

É evidente que estes sofás não têm grande qualidade e não são os sofás da minha vida, mas tive oportunidade de comprar outros mais bonitos e melhores e não quis. As razões, para mim, são óbvias: casa com crianças pequenas não merece sofás bons (razão 1) e sofás onde eu me sente e faça umas sonecas têm de estar minimamente limpos (razão 2), logo, serem fáceis de limpar/lavar.

Este é o modelo BEDDINGE com almofadas também do IKEA.
A capa foi colocada 5 minutos antes de tirar esta fotografia e tinha sido apanhada do estendal, já lavada e muito cheirosa. Não precisou de ser passada a ferro e foi colocada com bastante facilidade.
Nota: não estou a fazer publicidade ao IKEA, nem sou sueca, ok?

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Falta pouco...

Uma das coisas tristes do divórcio é o facto de os filhos andarem cá e lá, entre a casa do pai e a casa da mãe.

No meu caso, e segundo o acordo parental, as minhas crias estariam sempre comigo durante a semana e passariam o fim de semana com o pai, de 15 em 15 dias. Mas, na prática, o pai pode vê-las sempre que queira.

 Afinal, se ele é o papá das minhas princesas e o bem estar delas é que conta, como poderia ser doutra maneira?! Ele até se tornou melhor pai depois do divórcio, imaginem lá! Mais presente, mais preocupado e paciente... Portanto é só vantagens para elas. Por isso, durante a semana, as minhas filhas estão comigo sempre :) mas, como têm o privilégio de almoçarem em casa da avó e tia-avó paternas, acabam muitas vezes por se cruzarem com o pai, nessa altura. Ou seja, duplo privilégio!

No fim de semana em que estão comigo, o pai também acaba por estar com elas, mesmo que rapidamente, quando as leva à ginástica e, depois, vão ao café lanchar.

Esta versão mais flexível e tranquila do acordo parental que eu decidi livremente adotar (ele nunca pediu ou impôs nada, note-se) tem-me dado uma serenidade imensa e a sensação de que estamos a fazer tudo por tudo para que as nossas pequeninas não sofram mais do que aquilo que já têm na conta...

(Mas, aqui entre nós, não deixa de ser triste na mesma...)

Daqui a nada, chegam a casa, depois de 3 semanas de férias com o pai! Gozaram à fartazana, viajaram, passearam, experimentaram novas gastronomias, viveram aventuras e conheceram pessoas novas...Estão lindas-grandes-moreninhas (segundo a avó paterna que já as viu).

Está na hora de regressarem para junto da mamã, que está sequinha, sequinha, sequinha de saudades...

Continuo a vir aqui, ok? :))) Não vou passar estes dias colada às miúdas, eh, eh, eh.

Mãe-galinha??? Eu? Eu?!... Nã....

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

2_Destralhar_Tapetes

Decidi tirar os tapetes (quase, quase) todos de minha casa e abrir um novo capítulo da minha vida.

A casa ficou mais simples, mais despojada, mais fácil e rapidamente aspirada, varrida, lavada. Menos trabalho, mais tempo.

Conclusão...
Em vez disto...

 

Posso fazer isto...

                   

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Uau, que coisa é esta?!

Ai, que susto! Ih, ih, ih... Nunca vi disto na minha vida!...

Andava eu a fazer umas visitas por uns blogues já antiguinhos e de cujas autoras já não tenho recebido notícias desde há muito. Gosto sempre de deixar uma mensagem na esperança de que o leiam e se sintam animadas para regressarem à blogovida e à companhia das velhas blogamigas. (Comigo isso aconteceu e foi determinante para o meu regresso.)

Ora, quando fui visitar o blogue Monólogos de uma Chocodependente, eis que dei por mim a visualizar conteúdo... hã... assim... hã.... spicy e maroto. Impróprio para crianças, avós e gente sensível.

Nota-se, claramente, que a sua autora já não o controla e, quem sabe, desconhece a invasão de que foi alvo o seu blogue.

Por isso, queria pedir-vos, my friends, se algum dia isso vier, por obra do demo, a acontecer ao meu Maria Bolacha, faxavor de me escreverem um email para asaventurasdemariabolacha@gmail.com, de forma a eu suprimir imagens tão avessas a uma pessoa de moral tão cândida e pura como a minha (cof... cof...)

Muito agradecida.

Já agora, o endereço que consultei foi o que se encontra abaixo, mas devem apenas consultá-lo se não ficarem ofendidas com... hã... coiso e tal.... vocês sabem.

EU AVISEI!

http://monologos-de-uma-chocodependente.blogspot.pt/

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Momento de lucidez

Conheceram-se com 14 anos e nunca mais se deixaram. Tornaram-se num casal adesivo, sempre de velcro nas mãos e nos olhos. Onde ia um, ia o outro, fosse para tomar um café, comprar pão ou levar o filho à escola, mas sempre de mão na mão e ternura nos gestos...

Lembrei-me deles, ontem à noite. Sempre que a desilusão e o falhanço me visitam, sempre que me pergunto por que razão o meu casamento não resultou e porque são tortuosas, por vezes, as relações de afeto entre as pessoas, lembro-me deles.

Acredito em casamentos, em uniões perfeitas e felizes. Acredito mesmo que há almas gémeas, metades de laranja que se buscam e se completam, tampas que encaixam com perfeição nas suas panelas. Não é filmes românticos ou leituras de Jane Austen a mais, é porque existem mesmo!

A leucemia levou-o e deixou-a a ela com um filho triste e revoltado e outro que já não chegou a conhecer o pai. Nela há força, determinação, até porque a vida continua (dizem os outros)... Mas o olhar, esse, está vazio e mudo, e as mãos andam perdidas e sós.

As relações perfeitas e felizes existem, mas não duram sempre, podem não durar sempre. E é disto que nos devemos lembrar continuamente, todos nós. Sejam os que andam desiludidos, carentes, de coração triste, sejam os que vivem uma relação feliz e genuína, ou até mesmo os que estão confortavelmente instalados numa relação (dita) estável - é que, de repente, tudo pode acabar.

Aceitar a transitoriedade da vida e a fragilidade das relações é a melhor forma de nos deixarmos de lamentos. A vida dos outros não é tão perfeita como pode parecer, nem a nossa é tão desgraçada ou insossa como podemos, por vezes, sentir.

Deixemo-nos de tretas e toca a celebrar a vida! Combinado?


Quanto a mim, vou tomar um misto de pequeno-almoço/almoço, que já é quase meio-dia, vou fazer uma mousse de chocolate para o meu irmão, falar com as minhas filhas, de quem sinto umas saudades violentas, e tentar falar com o namorado - pode ser que já lhe tenha passado a breca. Ou será que foi a mim que passou?! :)


Vou dormir que isto está muito parado


Decididamente, parece que estou na adolescência. Já troquei mais vezes de fundo, de letra e de esquema a este blogue do que o número de anos de reinado da rainha Isabel II.

Enfim, estou para aqui num tédio bestial... Sozinha em casa, sem ver as filhas há quase 3 semanas (entenda-se, de coração murcho e a agonizar lentamente) e zangada há intermináveis horas com o namorado...

Amanhã é outro dia, certo?

domingo, 4 de agosto de 2013

Alguém tem o telefone da Maya por aí?



 
Carro - bateria
Máquina da roupa - problemas durante a centrifugação
Máquina da louça - motor
Frigorífico - sobreaquecimento
Ferro da roupa - pifou totalmente... ploft!
Carro - junta da colaça
Computador - botão ligar/desligar
Carro - cabo da embraiagem
Cilindro - fuga de água

Basicamente, e segundo a ordem por que foram apresentados os diversos itens, foi assim o primeiro semestre de 2013.

O arranjo do computador foi uma verdadeira novela, mas nem vou perder tempo com relatos fastidiosos.

De qualquer forma, penso que o facto de ter ficado sem o meu bichinho durante um mês explica a minha ausência nestes últimos tempos.

Já agora, se alguém conhecer uma boa bruxa, que faça o trabalhinho de forma rápida e eficaz, que me dê o contacto.

Obrigada.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Andava eu a destralhar...

...quando me apareceu esta menina por aqui! ;)