Amigos Bolachudos

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O casamento dos outros



Que o meu falhou é uma verdade inegável. Mas que também não queria ter o casamento de algumas pessoas que conheço também é uma bela verdade.

Conheço de tudo um pouco. Talvez por me ter divorciado, muitas pessoas que sabem desse facto sentem-se à vontade para desabafarem as amarguras da vida conjugal. Que já não têm vida sexual há 4 anos, que mal se falam, que sabem que o marido anda com outra, que são insultadas, que... que...

O mais interessante é que estes desabafos vêm de quem menos se espera. Acreditem-me, pois eu própria ainda ando a digerir certas confidências que me têm feito.

Não critico. É muito, mas muito mais difícil sair de um casamento, com filhos e partilhas à mistura, do que aguentar um casamento mastigado, bolorento e seco. Mesmo os que envolvem agressão não são fáceis de acabar e só posso ser imensamente solidária com quem é vítima de uma relação violenta.

Há também a opção de se arranjar uma relação extraconjugal, como forma de manter (entenda-se, aguentar) o casamento... As aparências perante a sociedade e a comodidade financeira mantêm-se, mas o envolvimento físico e íntimo, esse, muitos vão buscar a outro lado.*

Cada um sabe o que quer para si, é bem verdade, mas cada vez mais sinto o meu divórcio** como uma oportunidade que a vida me deu para encontrar o que quero para mim. Apesar do travo amargo que deixa sempre na alma, a verdade é que sinto estes últimos dois anos como uma terapia de libertação e de purificação.

Daí que os temas do minimalismo, do destralhamento (adoro esta palavra! obrigada, povo brasileiro, vocês sabem como enriquecer a nossa língua!) e da simplicidade cada vez mais orientam a minha vida e a melhoram!***

Bem hajam todos e todas com quem eu aprendo a simplificar a minha vida e que me inspiram a cada momento!
Ó blogamigas, esta também era para vocês! ;)

* Veja-se a quantidade crescente de sites que promovem esse tipo de relações: Casadas & Infiéis, Second Love, Encontros Privados... (Bolas, a fidelidade e a lealdade já não valem nada?!)

** Apesar de tudo, continuo a ser pró-casamento.

*** A dieta e o divórcio fazem parte deste processo. Mas só há pouco é que constatei esta realidade... Estranho, não é?


Exemplo de um casamento por amor.

domingo, 1 de setembro de 2013

Psicologia do Consumo - sugestão

 Neste post do blogue Vida Minimalista, da Camile Carvalho, surge uma excelente sugestão.

Trata-se de um vídeo de pouco mais de sete minutos, que nos lembra, de modo simples e agradável, como somos presas fáceis do consumo.

Compramos por necessidade ou por desejo? (Reflexão minha: de que vale "destralhar" se depois iremos adquirir o que não nos faz falta?)

Cá está o vídeo (podemos fazer a nossa inscrição em www.aclassealta.com e receber mais vídeos com conteúdos bem interessantes):

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Vale a pena fazer dieta?

Queridas amigas:

Quando criei o blogue “As Aventuras de Maria Bolacha”, pretendia reforçar a minha motivação em perder peso e recuperar a forma física, partilhando conquistas e fracassos e promovendo a minha própria reflexão sobre o assunto. Graças a ele, tenho conhecido gente querida, com quem muito tenho aprendido e de quem retiro força, exemplo e carinho.

Ora acontece que, neste momento, este blogue pouco nada oferece que seja verdadeiramente útil ou inspirador, pelo menos a quem pretende perder peso. Nem mesmo para mim é útil ou inspirador, convenhamos…

E sabem porquê? Porque perder peso deixou de ter sentido para mim!

Ou melhor dizendo, vale a pena perder peso de forma tão controlada e restritiva? Que garantia temos de que não voltaremos aos hábitos de sempre? O que nos fará acreditar que já não precisamos de fazer dieta - o facto de termos atingido o peso ideal?

Não será mais importante mudarmos ou melhorarmos a nossa filosofia de vida, de forma a que a perda saudável de peso não seja mais do que uma consequência natural de todo o processo?

(continua, em breve)

terça-feira, 7 de maio de 2013

E depois do divórcio...

VANTAGENS DE SER A SINGLE LADY:
  • tenho a cama só para mim com duas almofadas e tudo!
  • posso dormir de boca aberta e babar-me à vontade
  • já não tenho que sacudir pelos de gajo da cama
  • já não tenho que aturar certos fretes, a saber: jogos (chatos) de futebol, jantares (chatos) de família e programas políticos (chatos) na televisão
  • se me apetecer, posso deixar crescer uma aldeia de macacos nas virilhas e usar cuecas de gola alta
  • posso retirar o tampão à vontade e olhar para ele durante uns bons segundos, enquanto bendigo as maravilhas do fluxo menstrual
  • posso cantar (alto e mal)
  • posso sentar-me com as minhas crias no sofá e tê-las todinhas só para mim, enquanto vemos o "What not to wear"
Mais alguma?!



domingo, 28 de abril de 2013

Todas as unhas são filhas de Deus!!!

Amigas, esta parola que vos escreve não entende nada de nada, mas é com enorme carinho que vos peço para não pintarem de cor diferente a unha do dedo anelar.

Lembro-me sempre daquela vez em que a janela do meu quarto (de solteira) caiu em cima do meu dedinho lindo... e eu andei décadas e décadas com a unha negra... e diferente das outras nove!

Este triste destaque de que a minha pobre e doce unhinha foi vítima faz-me, agora, olhar com preocupação para mãos como estas:

pintarunhas.com.br
dicasdy.blogspot.com






Naturalmente que não tenho nada a ver com os gostos de cada pessoa, mas, prontosssssss.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Caro Papa Bento XVI

Vinha pedir-lhe faxavor que introduzisse umas alteraçõezinhas na cerimónia litúrgica da missa:

1- que deixasse os senhores do coro usar guitarra eléctrica e bateria, que é para o people não ficar a dormir na missa,e assim até batíamos palminhas e elevávamos o nosso coração;

2- que proibisse os estafermos das velhas de bichanarem o terço quando o padre está a fazer a homilia e que as mandasse lá para o fundo da igreja, se possível, com fita na cola na boca, mesmo naquelas que têm um buço mais agreste do que a floresta amazónica.

Era só isto.

Obrigada.

Maria Bolacha

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Sobre a força de vontade

Sou pouco dada a 'forças de vontade' e é dos conselhos que menos dou, porque é simplesmente irritante.
Se alguém me diz "tens de ter força de vontade!", apetece-me logo mandar essa pessoa à dhgygfkubsdcjsfues e dizer-lhe "és uma grandessíssima filha da kudfhgvugb".

(Mas nunca digo, só penso, que cá a  Bolacha é uma lady.)

Ora, de maneiras que eu acho que o melhor conselho ou empurrão que se pode dar a alguém que precisa de.... força de vontade (humpf...) é dizer-lhe simplesmente: "compreendo a tua situação, é difícil, mas tens de fazer" E, se eu não fosse uma lady, acrescentaria, "e não me venhas com iuhvgsubdfb".

O que tem de ser feito, tem de ser feito sem grandes teorias, forças ou vontades.

Pergunta: alguém que se levante às 6h da manhã tem força de vontade?
Resposta: não.
Pergunta: qual é a técnica usada?
Resposta: é levantar o pandeiro da cama e não pensar.

Neste momento, esta vossa Bolacha que vos escreve, já tomou um belo banho, já pôs creme hidratante/ base, blush, rimmel (o gloss fica para depois), já se perfumou, já se vestiu, já regou plantas e está agora a tomar o pequeno-almoço e a escrever estas baboseiras.

São 7h05 da manhã.

Bom dia!

domingo, 10 de outubro de 2010

Vamos lá pôr a conversa em dia

Boa tarde, mulheres lindas e boas!

Acabei de visitar os vossos blogues, mas não vou ainda responder, pois tenho questões atrasadas e que merecem agora a minha atenção. Só espero que a Carla esteja melhor da sua mononucleose infeciosa - não é nada de especial, mas há que ter cuidado e assistência médica, claro.

Esperem pela minha visita, ok?

Bem, penso que todas compreenderam bem o que quis dizer no post anterior, mas soube-me bem na mesma a vossa preocupação. Não deixem de o fazer, porque eu falo muito, mas faço o mesmo aos outros!

Querida Betterme, não és nada, mesmo nada chata, e acredita que apreciei o teu carinho! Apenas queria explicar estas minhas crises emocionais - felizmente, costumam ser rápidas e têm o poder de me purificar e equilibrar. Em geral, não costumam ser graves e, mesmo aí, eu brinco comigo e com elas. É uma forma de estar. Afinal, a vida é tão breve e o fim pode vir tão súbita e imprevisivelmente que convém mesmo rir com tudo e de tudo. Mesmo de nós e das nossas "coisices".

Relativamente às sugestões para novas cantigas em família, aprecio muito o Senhor de Matosinhos proposto pela Alexandra, e gosto muito daquela parte em que dizemos "... Boua Huooooooooora!" Ora, experimentem lá agora - "Ó Senhuara da Boua Huooooooora!!!!" (quando dizemos "Huooooooo...", temos de esganiçar muito, mas mesmo muito).

A Isa propôs "Só gosto de ti, porquê não seeeeeei, mas estou bem assim e tu tambéeeeeeem!" É verdade e nós adoramos! Os Heróis do Mar fizeram esta canção a pensar na mimalhice entre mães e filhos, é o que eu acho.

Enfim, estou a ver que os nossos gostos musicais confluem em bom gosto e fina erudição. Ah, pois é!

Para finalizar, não, não sou assim tão redonda. E confesso que gosto mais assim de mim do que quando pesava 50 kg (tenho 1,68). Contudo, tenho uma bunda, uma anca e umas coxas um pouco extraterráqueas. Ou seja, eu como e o que eu como vai tuuuuudo direitinho para as coxas, para as ancas e para o rabiosque. Mulher-pêra, mulher-portuguesa, mulher-mãe, certo?

Além de mais, e MUITO PIOR DO QUE A MINHA APARÊNCIA OU PESO, eu tenho distúrbios alimentares verdadeiramente espantosos! Um dia, eu conto, para quem não souber. Um dia, eu conto. Conto o que é, conto o que se sofre, e posso contar também algumas das minhas ramboiadas. Também é uma faceta minha bastante alienígena. 

Agora, vou mudar de post, que este já está muito chato.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sobre a minha tristeza

Antes de mais, quero agradecer a todas as que me deram empurrões de mimo, carinho e ânimo.
De coração, digo-vos: obrigada.

Mas eu estou bem, sabem? A sério. O facto de eu estar triste, não significa que eu seja triste, são realidades diferentes. Não estou doente e não me sinto deprimida. Simplesmente, esta é a minha maneira de ser, e que tenho aprimorado com o tempo e com as experiências de vida - gosto de sentir tudo e de todas as maneiras. Ou, se não gosto, tento não fugir das sensações e das emoções menos boas. Aliás, faço minhas as palavras de Álvaro de Campos, um dos heterónimos de F. Pessoa: "Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir. /
Sentir tudo de todas as maneiras" 


Somo seres emocionais. A nossa riqueza sensitiva permite-nos experimentar uma vasta gama de emoções, incluindo as que são menos agradáveis, tais como a tristeza, o ciúme, a inveja, a raiva. Não podemos fazer de conta que não as sentimos, temos de vivê-las e de aprender com elas a conhecer-nos. Eu sei que estamos numa sociedade que valoriza o prazer, a comodidade... Obviamente que todos nós buscamos a felicidade e o bem estar, mas nunca poderemos evitar a morte, a injustiça, o egoísmo e a indiferença dos outros e tantas situações que nos trazem sofrimento. Por isso, eu defendo a ideia de que, se estamos tristes, devemos sentir essa tristeza; se sentimos raiva e mágoa, temos de expressá-las; se temos inveja ou ciúmes, não faz mal, é humano, basta tentar compreender porquê... Tentar reagir às emoções desagradáveis, muitas vezes, é uma forma de fugir ou de as entranhar ainda mais. É que elas não vão embora assim de repente, ficam  mas é lá no fundo, bem agarradinhas... Julgamos que foram embora, que não! que não estou nada desanimada, deixa-me lá ir à luta!, isto não é nada e a vida continua... Mas, na maior parte das vezes, eu verifico que a dor continua escondida e a fazer estragos maiores do que se tivesse saído no momento certo.

Atenção que eu não defendo que não se reaja em determinadas situações. Por exemplo, quando a tristeza dá lugar à depressão; quando a raiva é incontrolável e violenta; quando a inveja nos faz ser azedos e destrutivos... e por aí fora...
Ufa, acho que consegui dizer tudo. Será que consegui explicar-me bem?!

Não existe ninguém que esteja sempre feliz e bem disposto. Eu preciso da minha melancolia, eu preciso dos meus ímpetos de mau génio para passar, novamente, à alegria e à boa disposição. A melancolia ajuda-me a serenar o espírito e a ver melhor, quando as águas estão turvas; os acessos tempestivos de mau génio são purificadores e desintoxicantes.
Isto para não falar dos meus ataques de idiotice filosófica - será que alguém está a perceber alguma coisa?


Eu estou bem, gente, não se preocupem. Inclusivamente, eu e as bombocas fartamo-nos de cantar hoje, às 6h50 da manhã, a "Ó Laurindinha, fecha a janela". Experimentem!! É ótimo!!!! Usem uma voz fininha, soltem os pulmões e cantem: "Ó Laurindiiiiiiinha, fech'áááá janeeeeeela..." O Zé Biscoito está em Lisboa e não temos vizinhos, ceeeerto?


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

As balanças são más e feias

Tenho umas calças com quatro botões, dois em cada lado da cinta.
Foram estupidamente caras, devia estar etilizada quando as comprei.
Mas isso não interessa.
As calças são ajustadas mediante uma tira, em cada lado, que vão apertar nos botões.
Quando as comprei, as tiras apertavam no segundo botão e, mesmo assim, ainda ficavam ligeiramente folgadas.
Agora, as tiras apertam a custo no primeiro botão e parece que, a qualquer momento, vão rebentar.
No dia em que as tiras voltarem a apertar no segundo botão, eu sei que emagreci.

Amen.

sábado, 28 de agosto de 2010

Eu sou assim... o que é que se vai fazer?

Eu tenho poucos amigos, contam-se pelos dedos de uma mão. São todos muito diferentes, mas têm todos em comum uma coisa: gostam de mim como eu sou, na mais profunda lealdade. Quando faço anos e junto-os a todos em minha casa, gosto de os ver conversar uns com os outros e todos se entendem. Porque os meus amigos são, cada um à sua maneira, alegres e com sentido de humor, honestos e trabalhadores, sensíveis e bons confidentes. Estou receptiva a novas amizades, é verdade, e neste último ano (porque mudei de local de trabalho, porque mudei de local de residência) tenho conhecido muita gente nova e de quem gosto, verdadeiros candidatos a novas amizades, quem sabe? Mas haverá sempre tempo, sempre, para os meus amigos, os que se contam pelos dedos de uma mão.

Com este blogue vai ser a mesma coisa, vai ser necessariamente um blogue de pouca gente... Porque para ter, é preciso dar, e eu não consigo dar atenção e afecto com qualidade a muitos. Eu não tenho tempo, capacidade de gestão e organização, flexibilidade para seguir muitos blogues. Seguir significa ler, conhecer, estar atento, dar uma palavra de apoio, uma sugestão, um miminho, um "puxão de orelhas" a quem partilha os seus pensamentos, vivências e reflexões comigo e a quem me faz o mesmo. E fazer isto tudo com assiduidade. Portanto, neste momento, não consigo ir mais além dos blogues que já sigo. Eu sei que não é nada bonita esta exclusividade, mas eu não consigo!!! Não me consigo multiplicar, deixo de ser eu e não consigo dar atenção às pessoas como deve ser. E quando recomeçar a trabalhar... ufa! aí é que vai ser!

Isto não significa que não esteja com o coração em aberto a novas descobertas, até porque adoro ser surpreendida! Mas, neste momento, é o que eu consigo dar.

(Nota: o meu blogue pretende ser uma libertação, não uma prisão. Por isso, manterei sempre o meu anonimato. Para que possa ser sempre EU)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Não quero ser assim!

É uma questão de gosto, mas cá para mim quero curvas e carninha nos ossos, por favor!

Olhem-me para estas raparigas e vejam lá se não precisam de comer mais qualquer coisinha... Ou não comem, porque não têm apetite; ou comem e não conseguem engordar; ou querem simplesmente ser assim! Em qualquer dos casos, não as invejo, até porque já fui como elas e não gostei...

(Por ordem, Keira Knightley, Angelina Jolie, princesa Letizia, Victoria Beckam.)


 

 

E por falar em celulite...

Se até as famosas têm montes e montes de celulite, o que farei eu, simples mortal!

Britney Spears
Foto tirada daqui


 
Scarlett Johansson
quase nem se nota, mas...
Foto tirada daqui


Felicity Huffman (Donas de Casa Desesperadas) e Kate Moss
Jajus, tanta gelatina!
Foto tirada daqui


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Há gordinhas que são bem bonitas!

Mia Tyler
Segunda filha do cantor Steven Tyler, irmã de Liv Tyler, modelo, actriz e licenciada em advocacia.


Queen Latifah
Actriz americana, não segue nenhuma dieta e nunca sonhou em ser magra.


 Tara Lynn
É uma modelo plus-size e que já foi capa da Elle francesa.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Magreza não é formosura!

Muito magrinha também não! É só ver o antes e o depois e tirar as conclusões!


quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O que é uma alimentação saudável?

Decididamente, é aquela que também faz bem ao espírito.

Se me dá prazer comer mousse de chocolate;
Se me dá prazer comer gelado de menta;
Se me dá prazer comer francesinha;
Se me dá prazer comer bife com ovo a cavalo e batatas fritas;
Se me dá prazer... (a lista seria infindável)

... por que cargas de água é que não posso comer?!

Felizmente, ou não, não experimento a paranóia de muitas pessoas, que insistem em considerar certos alimentos proibitivos, não numa fase de dieta, mas SEMPRE! A ideia expressa-se mais ou menos nestes termos: "gosto de comer x, mas x faz-me engordar, logo NÃO POSSO comer x".

Muito honestamente, sou totalmente contra o princípio da supressão do prazer, desde que vivido com sensatez e respeito pela nossa integridade física e moral e pela dos outros, claro. Há que enfrentar a realidade! Se nos babamos todas(todos) por um prato de bacalhau com natas e uma bela fatia de Toucinho do Céu, pergunto qual é o mal de vivermos na constante ansiedade em BANIR estas maravilhosas iguarias da nossa dieta?!

E aquela gente chata, que não tem problemas de saúde, nem de peso... e estão sempre a dizer, "que horror!, isso faz mal!, e engorda muito!" Que gente CHATA!

O problema reside no equilíbrio e mais nada! Conceitos como "uma vez por outra" ou "só um bocadinho" são mais saudáveis para o organismo e para a alma do que "nunca, porque faz mal".

(Como já deu para ver, não morro de culpabilidade, mas lá que tenho dificuldade em atingir o equilíbrio, ai isso tenho... Alguma vez conseguirei atingi-lo?)